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13 de dez. de 2011

Coisas que escrevo...

6 comentários
Olá pessoal,
Quero compartilhar com vocês umas coisa que eu escrevi. Pois eu não sou aquele tipo de garota que escreve todo o tempo coisas bonitas, mas quando eu pego para escrever sai coisas do tipo:

As vezes

As vezes eu fico a pensar
Se vale a pena te esperar
Se vale a pena sofrer
E chegar no fim sem mais te querer

As vezes acho que sem você
Não poderia mais respirar
Não poderia mais viver
Não poderia mais me controlar

As vezes procuro o motivo
O motivo para tanto sentimento
Você chegou sem avisar
E me deixou em estado de te amar

As vezes eu fico a pensar
Se deveria parar de lutar
Se deveria me render assim tão fácil
E construirmos juntos um final feliz...

E coisas do tipo:

Caro Príncipe Encantado,
Eu fico me perguntando onde você está. Se você já passou por aqui e te deixei passar...
E se você não veio ainda, me iludi algumas vezes pensando que era você.
Quero que saiba que não espero que você venha vestido a caráter num cavalo branco, esse tempo já passou. Também não espero que você apareça como algo sobrenatural com um segredo que mude minha vida, isso é surreal demais.
Não espero que você seja perfeito, pois, ao meu ver não terá defeitos, mas sim manias que eu aprenderei a conviver.
Espero apenas que você venha e me conquiste sendo você mesmo, assim como eu espero te conquistar.
Não precisa ter riquezas materiais, só uma alma rica de valores e sentimentos, não que seja sentimental, apenas capaz de amar e respeitar o próximo.
Não quero uma vida perfeita, mas sei que ao seu lago estarei bem perto disso. Não quero que sejamos sempre um mas de rosas, teremos espinhos, mas seremos capazes de curar as feridas um do outro causadas por eles.
Não quero um destino pronto, um futuro certo. Quero construir um pouco dele a cada dia. Não quero uma história pronta, quero escrever nosso próprio livro, como nossa própria história.
Olhando assim parece que estou sendo exigente, mas se você for o MEU Príncipe Encantado isso tudo vem naturalmente.
Só espero que você não demore muito mais, pois não quero ficar me desgastando com relações que não são meu futuro.
Espero que fique bem, onde quer que esteja.
 
                                              De sua amada, um beijo.  
Déborah Kretli. 


Juro que não sei de onde vem tanta inspiração. Mas quando bate uma vontade de escrever é isso que surge no papel.
Espero que tenham gostado!

16 de jul. de 2011

O dia do fim...

7 comentários
Por Déborah Kretli



O momento chegou e passou com muitas lágrimas, soluços e até risos.
O filme está dentro das expectativas, e até superou em alguns momentos. Gente, por favor, não estou falando que o filme é fraco, estou falando que nossas expectativas estavam muito altas e que o filme alcançou todas elas, superando algumas. Como por exemplo as lembranças do Snape que ficaram fantásticas.
Os efeitos especias ficaram muito bem feitos e deram um toque especial na trama.
O roteiro ficou bem fiel ao livro, claro que na medida do possível.
O filme começa com a última cena do Parte 1 e logo aparece nossos heróis na nova sede da Ordem, cuidando do enterro de Dobby e tentando convencer Grampo, um ex-funcionário do Banco Gringotes, a ajudá-los a entrar no cofre atrás de uma das Horcruxes. Como tudo tem um preço Grampo não vai fazer isso de graça. Ele pede a Espada de Gryffindor como pagamento.
Parte engraçada: Hermione de Belatriz Lestrange tentando entrar no cofre.
E aqui já começa a aventura do filme, já que Grampo não vai ajudá-los a sair do banco e eles tem que improvisar.
Harry continua a ter acesso à mente de Voldemort e sabe que está no caminho certo para derrotá-lo. Mas ninguém disse que este caminho seria fácil. E a cada passo nesta estrada desconhecida os leva para um perigo maior, mesmo assim eles não desistem e vão até o fim.
Mais partes engraçadas:
- A inteligencia de Rony;
- Gina ignorando a presença de Rony e prestando atenção só em Harry;
- Rony defendendo Hermione dentro da Sala Precisa;
- Neville encarando os sequestradores, depois fugindo;
...

Partes Tristes:
- O enterro de Dobby;
- A destruição do castelo;
- As lembranças de Snape;
- Perda de entes queridos;
- Harry conseguindo abrir o Pomo e segura a Pedra da Ressurreição;
...

E por último uma das partes mais emocionantes do filme é o discurso de Neville quando Voldermot chega ao castelo, com Hagrid segurando o corpo inerte de Harry, contando vitória.
Eu fui muito forte durante o filme inteiro, mas desmontei nos créditos porque tinha realmente acabado. Para sempre.
E vocês, quais foram suas reações a cada cena do filme?



HP - harry-potter fan art



Só tenho uma coisa pra falar: HARRY, RONY E HERMIONE PARA SEMPRE EM NOSSOS CORAÇÕES!

Lupin: Your eyes… they are your mother, Lily’s. Not only was she a singularly gifted witch, she was also uncommonly kind in her ways of seeing beauty in others when they couldn’t see it themselves. Your father, James, on the other hand had a certain, shall we say, talent for trouble. A talent, the word has it, that has been passed on to you.




14 de jul. de 2011

Um dia para o fim!

1 comentários
Por Déborah Kretli

Pois é galerinha, aqui estou para uma breve despedida e queria compartilhar com vocês alguns momentos que passamos juntos, já que estamos à um dia do fim de Harry Potter, para o desespero geral dos Potterianos.
Nesta Sexta- Feira, 15 de julho de 2011, chega ao fim a História de uma geração.
São dez anos de convivência, de espera, de emoções e de uma vida que chegará ao fim, mas que ficará para sempre guardado em nós, fãs de Harry Potter.
1º ano:

2º ano:

3º ano:
4º ano:

5º ano:

6º ano:

7º e último ano:

E é isso, essa é basicamente a minha história de vida, assim como a de bilhões de pessoas como eu.
Aqui vai meu abraço de consolo aos Potterianos!
E até amanha nos últimos segundos de filme.

29 de jun. de 2011

If you have stuch with Harry intil the very end.

5 comentários
"Eu conheci o menino que sobreviveu, num armário debaixo da escada. Eu fui contra a parede entre as plataformas 9 e 10 na estação King’s Cross. Eu embarquei num dos vagões do Expresso de Hogwarts. Corrijo até hoje o Wingardium Leviosa de Rony na aula de feitiços. Neville me mostrou a coragem de proteger os amigos mesmo tendo de enfrentá-los. Passei por fofo, por anotações realmente úteis sobre herbologia, pela melhor partida de xadrez que o mundo bruxo já vira e, ah! Aprendi a conjugar verbos no pretérito mais-que-perfeito! Conheci a Toca dos Weasley e (mesmo não sendo ruiva) me senti da família. Aprendi com Minerva a valsar, e a transfigurar animais em taças. Viajei de Pó de Flu, aparatei e sobrevoei um bocado de Inglaterra num Ford Anglia. Eu jurei solenemente não fazer nada de bom, eu entrei na sessão reservada, eu invadi o Ministério da Magia. Duas vezes. Confesso que eu ri de Tiago ter sido um veado e de Tia Guida voar pelos ares feito um balão. Eu vi o Lord das Trevas se esconder num turbante, num diário, num anel, numa taça, num medalhão, num diadema, numa cobra, numa cicatriz e, mesmo assim, perder de novo pro amor de Lilian tantas e tantas e tantas vezes. E eu sempre quis uma varinha, uma Firebolt, um gato pra chamar de Bichento, um abraço da Sra. Weasley e um vira-tempo. Eu conheci o Príncipe Sev que me apaixonou em segredo depois de tantas aulas de poções. Conheci Dobby livre. Edwiges. Colin Creevey. Conheci o mais injustiçado de todos os prisioneiros em Azkaban. Conheci Lupin e Tonks. Fred. Olho-tonto. Cedrico. E chorei a morte de cada um deles como se fosse minha. E nada eram diabretes da cornualha, explosivinz, bichos-papões, testrálios, sereianos ou lobisomens comparados ao terror dos dementadores e Comensais da Morte. Eu senti medo dos dragões, da guerra, da Marca Negra pairando no céu e, por que aranhas? Por que não podiam ser borboletas? Confesso minha queda pela sonserina, por Draco Malfoy, por Pigfarts, e claro, pela comensal mais cruel e diva de todas, Belatriz Lestrange. Luna me ensinou um jeito meio louco de enxergar as coisas. Aprendi com Hagrid a ter um coração mais que meio-gigante, com Rabicho que traições são para os ratos sem personalidade ou espírito e com Umbridge que não devo contar mentiras. Odiei Cho e Gina com mesma proporção que fazia Você-Sabe-Quem querer matar Harry. Vi Winky e Monstro vestirem a escravidão com um orgulho de dar dó e usei mentalmente um bottom do F.A.L.E. Comi lesmas com Rony pra defender Hermione, senti orgulho de ser sangue-ruim, me arrumei toda pro Baile de Inverno, chorei junto com ela quando Rony foi embora e me alegrei tanto quanto, quando o iluminador o trouxe de volta. Tomei a poção polissuco e me travesti de Crabbe, de Goyle e de Harry. De 7 Harrys. Me juntei à Armada de um Dumbledore falho, porém genial até o fim de sua vida, e entrei na batalha pela Ordem de uma tal Fênix que trouxe no Chapéu Seletor a espada da casa dos corajosos. Me deixei ir levando pelo encanto dos feitiços, pelas relíquias nos contos infantis que eram de verdade, pela lula gigante no lago, pelas piadas dos gêmeos e por Pirraça, pelas asas de um hipogrifo que se livrou da morte, pelo castelo das escadas que podem mudar - mesmo que o meu amor não mude nem acabe nunca. Porque eu tenho pelo que lutar, obrigada por isso, J.K.
E nem ligue se você não entendeu nada disso, não se preocupe. Trouxa."

Essa belezura, infelizmente não foi escrita por mim, mas foi encontrada em:
http://ahdeixaestar.tumblr.com/post/6589548312/eu-conheci-o-menino-que-sobreviveu-num-armario
É o sentimento de todo fã de coração de 'O menino que sobreviveu'.